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Dica PowerBI – Obtendo dados de uma Pasta

Você já deve ter precisado carregar vários arquivos que estão dentro de uma única pasta para dentro do PowerBI. Com a opção PASTA no botão OBTER DADOS é possível fazer em uma única operação.

Considerando os arquivos relacionados abaixo, armazenados em uma mesma PASTA:

IMPORTANTE: Todos devem ter a mesma estrutura de colunas, mas com dados de períodos diferentes.

Visualização dos dados pelo Excel

Proceda a obtenção dos dados (OBTER DADOS) usando a opção PASTA contida na lista completa das opções de fontes de dados do PowerBI.

Clique em Mais …

Selecione a opção PASTA e clique em CONECTAR

Aparecerá uma tela aonde é solicitado informar a pasta aonde estão armazenados os arquivos a serem carregados, clique em PROCURAR para buscar o local, e depois de informar a pasta, clique em OK

IMPORTANTE: Nenhum dos arquivos a serem carregados pode estar sendo usados (abertos) por outro aplicativo qualquer, no caso, o Excel.

Aparecerá uma tela, aonde no topo está a lista de arquivos a serem carregados, e na parte de baixo, as opções de carga.

Clique em COMBINAR e após na opção COMBINAR E TRANSFORMAR DADOS

Espere o PowerBI realizar a etapa inicial de carga dos dados, ao final será apresentada a seguinte tela:

Clique em OK, e o PowerBI passará para a etapa de TRANSFORMAR OS DADOS, abrindo o Editor de Consultas e apresentando os dados carregados para sua conferência e para alteração de algum dado que seja necessário.

Realize as alterações que, por ventura, sejam necessárias e clique em FECHAR e APLICAR

O Editor de Consultas será fechado, e o controle retornará ao PowerBI para que seja iniciada a montagem de suas análises, utilizando os dados carregados.

Nesta forma de obtenção dos dados, o PowerBI irá adicionar uma coluna em sua tabela final que indica o nome do arquivo que contém o dado da linha em análise. Esta coluna se chama NOME DA ORIGEM. (Ver figura que se segue)

O nome da Tabela criada pelo PowerBI é o mesmo que a Pasta aonde se encontram os arquivos carregados (no exemplo: Carga_de_Pasta)

A partir deste ponto, o tratamento dos dados se dá de forma idêntica aos demais tipos de arquivos que podem ser obtidos pelo PowerBI.

No caso de adicionarmos mais um arquivo na pasta aonde se encontram os dados que carregamos, basta clicarmos em ATUALIZAR que os dados referentes a este novo arquivo serão adicionados em nossa Tabela.

Adicionado arquivo com os dados de 2020

IMPORTANTE: Na pasta aonde se encontram os arquivos que carregamos não adicione qualquer outro arquivo, nem mesmo o arquivo PBIX da análise destes dados, pois o PowerBI tentará carregar TODOS os arquivos contidos na pasta selecionada.

Boa Análise …….

Dica PowerBI – Adicionando a participação % numa Tabela ou Matriz

Para se adicionar o percentual de participação de uma coluna em relação ao Total (ver Figura abaixo)

Basta adicionarmos a Medida de Total (No exemplo: Total_Venda) novamente na Matriz (conforme figura que se segue)

Usando o mousa, no box de CAMPOS a direita, clique no item indicado abaixo, selecionado a partir do segunda coluna de Total_Venda na Matriz

Ao aparecer as opções, clique em MOSTRAR VALOR COMO

No próximo box, escolha a opção PORCENTAGEM DO TOTAL GERAL

Transformando a coluna selecionada no Percentual sobre o Total Geral (Ver Figura abaixo)

No caso de MATRIZ, o percentual serão calculados para os demais níveis hierárquicos dos dados, sempre em relação ao Total da Matriz

Outra forma de se criar um Percentual de Participação é através de Medidas, no exemplo devemos criar as seguintes medidas:

TotalPeriodo = CALCULATE ([Total_Venda] ; ALLSELECTED (fVendas))

Participacao % = IFERROR ([Total_Venda] / [TotalPeriodo]; BLANK())

Incluindo a medida Participação % na Matriz obteremos o mesmo resultado do outro procedimento.

Microsoft desiste de liberar licenciamento da Plataforma Power

Usuário final da plataforma Power vai precisar pedir para o TI se quiser comprar software.

Publicado por baguete.com.br

A Microsoft voltou atrás e não vai mais permitir que o usuário final compre as ferramentas da plataforma Power à vontade.

De acordo com o The Register, a empresa anunciou que, a partir de 19 de novembro, os administradores de TI poderão desativar a plataforma de autoatendimento.

A opção de veto poderá ser feita por produto, impedindo que os colegas de trabalho licenciem e instalem o PowerBI, PowerApps e Flow sem limites.

Nesta semana, a Microsoft havia anunciado que iria permitir a compra por autoatendimento para o usuário final do Office 365 na plataforma Power.

Na medida, os usuários finais poderiam comprar assinaturas ou atribuir licenças para si ou para seus departamentos sem entrar em contato com o administrador.

Com isso, a área de TI perderia o controle sobre parte do ambiente de tecnologia, uma situação cada vez mais comum, conhecida pelo termo Shadow IT.

A oferta de autoatendimento será mantida, mas vai demorar um pouco mais para ser lançada. 

A previsão de início era para novembro, mas a opção deve ficar disponível somente em 14 de janeiro. Será com o Power BI para todos os clientes comerciais da nuvem.

A volta atrás da Microsoft teve base nos comentários dos clientes, principalmente administradores de TI, que não gostaram nada da novidade.

Ela seria um desafio para administradores de TI, não apenas com o controle de custos, mas também com a conformidade, o controle da expansão de dados e a manutenção de sistemas coerentes.

A empresa de tecnologia havia dito que o recurso de compra por autoatendimento chegaria automaticamente e não seria configurável, não havendo nenhuma ação a ser tomada.

Outra atualização divulgada é que as organizações com licenças governamentais, sem fins lucrativos e educacionais não serão elegíveis para a opção de autoatendimento.

OPS!

Essa é a segunda vez nos últimos meses que a Microsoft anuncia uma decisão polêmica e dá para trás com a reação negativa.

Em julho, a empresa decidiu que ia cobrar o valor cheio das licenças de uma série de soluções oferecidas a preços camaradas para os seus parceiros, como parte do programa de canais.

Com a perspectiva de terem que pagar a conta completa pelo uso da tecnologia da Microsoft, o que aumentaria seus custos várias vezes, os parceiros ficaram revoltados. 

Uma petição online com mais de 5 mil assinaturas acusa a multinacional de estar “entrando em guerra com seus parceiros”.

Analistas do mercado de canais também acharam a medida desastrada. 

Em menos de uma semana, a Microsoft reverteu a decisão.

Matéria de Luana Rosales

Tableau: Lenovo aumenta em 95% a eficiência de geração de relatórios toda a empresa.

A Lenovo é uma empresa global de tecnologia com mais de 55.000 funcionários no mundo inteiro e clientes em mais de 160 países. Com o Tableau, a equipe de análises, BI e visualização da Lenovo criou um painel de vendas flexível que pode ser adaptado para todos os departamentos da empresa e utilizado para análises ad hoc, proporcionando uma melhoria de 95% na eficiência de geração de relatórios em 28 países. As equipes de comércio eletrônico analisam as métricas de interação dos clientes para oferecer uma experiência on-line melhor, o que resulta no aumento da percepção da marca e em mais receita. O departamento de Recursos Humanos transformou mais de 100 relatórios estatísticos em um conjunto de painéis estratégicos para incentivar o uso dos dados nos esforços da equipe para atingir suas metas. Com aproximadamente 3.000 usuários ativos no Tableau em 15 de suas unidades comerciais e mais de 10.000 usuários acessando os painéis criados no Tableau, Santosh Nair, chefe da equipe de análises, BI e visualização, explica como “o processo decisório em tempo real está permitindo que as pessoas tomem decisões melhores para os negócios”.

Veja mais em: https://www.tableau.com/pt-br/solutions/customer/lenovo-increases-reporting-efficiency-across-enterprise

O LinkedIn capacita milhares de vendedores com o Tableau, reduzindo a rotatividade dos clientes

O LinkedIn é a maior rede profissional do mundo, com mais de 467 milhões de usuários. Para capacitar o pessoal de vendas do LinkedIn, a equipe de análises de negócios adotou o Tableau Server para centralizar petabytes de dados dos clientes. Atualmente, milhares de vendedores — 90% do pessoal de vendas do LinkedIn — acessam o Tableau Server todas as semanas. Com os painéis do Tableau, o pessoal de vendas pode acompanhar o desempenho e prever a rotatividade, criando um ciclo de vendas mais proativo e, como resultado, aumentando os rendimentos.

Veja mais em: https://www.tableau.com/pt-br/solutions/customer/linkedin-dives-deep-into-petabytes-data-tableau

Executivos sem noção do mundo digital já são substituídos em grandes empresas

Fonte: https://newtrade.com.br/carreira/executivos-sem-nocao-do-mundo-digital-ja-sao-substituidos-em-grandes-empresas/

Um teste aplicado a 30 mil profissionais de 25 países, incluindo o Brasil, mostrou que os altos executivos de grandes empresas não estão preparados para os desafios da economia digital e não têm ferramentas para se adaptar às exigências de um consumidor cada vez mais conectado. Entre presidentes e altos executivos, só 22% receberam uma avaliação positiva no teste sobre transformações digitais. Ou seja: quase 80% desses profissionais têm pouca ou nenhuma noção sobre a nova economia.

No Brasil, o teste desenvolvido pela consultoria espanhola Foxize começou a ser aplicado em processos seletivos de alto escalão há cinco meses. E a falta de conhecimento sobre internet, e-commerce e comunicação em tempo real pode ser motivo para substituição de executivos, de acordo com Marcus Giorgi, sócio da Exec, parceira da Foxize no País. Em algumas empresas, diz ele, todos os altos executivos estão sendo convidados a avaliar seu nível de conhecimento sobre o mundo digital.

Substituição radical

Embora a falta de intimidade com o mundo digital possa ser amenizada em treinamentos, há grandes negócios que estão tomando simplesmente o caminho da substituição de equipes, muitas vezes de forma radical. No caso da agência de publicidade Young & Rubicam, por exemplo, 70% da equipe foi trocada ao longo dos últimos três anos, de acordo com o presidente da empresa, David Laloum.

Laloum diz que não houve demissões em massa, mas que, entre o fim de 2017 e o início de 2018, houve um processo de transformação mais firme do time. “Existe uma necessidade clara por novas habilidades para acompanhar as necessidades dos nossos clientes”, diz o executivo da Y&R, que atende a empresas como Habib’s, Via Varejo (dona de Casas Bahia e Ponto Frio), Santander e Vivo.

Para garantir acesso rápido a novidades do setor de marketing, a agência fez uma parceria com a ‘hub’ de startups Distrito para a busca de negócios que tragam inovação na hora de promover marcas na internet.

O fundador do Grupo Habib’s, Alberto Saraiva, também contou ao Estado que desativou sua equipe de tecnologia da informação (TI) e criou uma área de estratégias digitais. No processo, a maior parte da equipe foi demitida, incluindo a liderança. “O meu diretor anterior era um profissional muito bom, mas tinha um pensamento muito analógico.”

Grupo familiar

Mesmo em empresas familiares, a capacidade de se adaptar a demandas digitais também está sendo valorizada. O atacarejo Tenda, que tem 34 lojas e fatura R$ 3,5 bilhões ao ano, contratou há três meses o executivo Flávio Borges para a diretoria financeira. O executivo, que antes atuava na SPC Brasil – que oferece inteligência de mercado sobre crédito –, teve de fazer o teste da Foxize.

“Mesmo na área financeira, é preciso ter alguém que compreenda as necessidades da transformação digital e que consiga adaptar os sistemas para fazer frente a esses desafios”, diz Borges, de 34 anos. “Cada vez mais é necessário que se entenda quais produtos o cliente está adquirindo, qual é a forma de pagamento usada por ele e que canais ele usa para fazer compras. E ter a capacidade de gerar relatórios sobre toda essa jornada.”

Borges chegou ao Tenda bem no meio de uma revolução digital. A empresa está para lançar um e-commerce que entregará os produtos diretamente na casa do consumidor e também vai instalar lockers (armários) que permitirão que o cliente faça as compras com antecedência e depois só retire os produtos em pontos instalados dentro e fora das lojas.

Treinamento interno

Se o desempenho dos altos executivos no teste sobre economia digital é ruim, um alento vem dos resultados do nível de gerência – que são bem mais animadores. Enquanto apenas 22% dos diretores e presidentes mostram intimidade com a atuação digital, esse índice se inverte e chega a 74% de avaliações positivas no nível de gerência. Logo, uma interação mais próxima entre os dois níveis hierárquicos poderia trazer resultados positivos.

O curioso, segundo a pesquisa, é que os profissionais de 35 a 45 anos são os mais bem avaliados no levantamento. Isso ocorre, segundo Giorgi, da Exec, porque os profissionais mais jovens, de até 35 anos, mostram bom conhecimento sobre ferramentas digitais, mas acabam mostrando pouca cautela em relação a um assunto muito caro aos consumidores: a segurança de suas informações.

Além de aplicar o teste, a Exec afirma que os executivos avaliados passam por uma entrevista posterior relacionada a hábitos digitais. A entrevista funciona como uma checagem de segurança: se o profissional tentou “enganar” a pesquisa com respostas que não correspondem à realidade, pode ter seu “eu analógico” desmascarado ao ser pressionado por cerca de uma hora de “interrogatório”.

Entenda o teste

Os principais pontos do teste da Foxize são:
  • Cultura digital: habilidade para compreender oportunidades da economia digital tanto na vida pessoal quanto na profissional
  • Gestão da informação: capacidade de usar canais digitais para buscar informações e compartilhar dados com a equipe em tempo real
  • Comunicação digital: uso de ferramentas profissionais para compartilhar documentos e informações com a equipe de forma segura
  • Identidade digital: como o executivo está representado na web e a qualidade dos perfis em redes sociais, em especial o LinkedIn
  • Capacidade de trabalho em rede: análise do tamanho e da qualidade do networking do executivo em meios digitais
  • Visão estratégica: conhecimento de como o uso de ferramentas digitais pode trazer eficiência e velocidade à realização de tarefas
  • Segurança de dados: como a pessoa protege suas informações na rede, em nível profissional e pessoal; envolve conhecimento sobre malwares e gestão de senhas
Desafio da tecnologia

Nos níveis hierárquicos mais altos, executivos têm dificuldades para entender as demandas da economia digital

Avaliação no teste
Diretores executivos e presidentes de empresas
  • Boa – 22%
  • Regular – 51%
  • Ruim 27%
Nível de gerência
  • Boa – 74%
  • Regular – 21%
    Ruim – 5%
Total de boas avaliações por idade
  • 55-65 anos – 18%
  • 35-45 anos – 48%
  • 25-25 anos – 27%
  • outros – 7%

Fonte: Exec

Organizações que investem em dados faturam até 53% mais

Fonte: https://inforchannel.com.br/organizacoes-que-investem-em-dados-faturam-ate-53-mais/

Apesar dos indícios de retomada, o mercado segue cauteloso em relação ao cenário econômico, mas as projeções demonstram que investimentos estratégicos em áreas como gestão, marketing e vendas tendem a ser uma das alavancas para assegurar expansão no andamento do ano.

A economia brasileira cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2019, em relação ao primeiro trimestre do ano, sendo o melhor resultado para o período desde 2013, segundo o IBGE. Já a média das projeções para a expansão geral no país este ano permanece inalterada, em 0,82%, conforme o Banco Central.

Setorialmente, os números também mostram otimismo. No varejo, o primeiro semestre do ano encerrou com crescimento de 2,1%, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Na indústria também houve alta, ainda que leve: 0,3% no comparativo junho-maio, segundo a CNI.

Apesar dos indícios de retomada, o mercado segue cauteloso em relação ao cenário econômico, mas as projeções demonstram que investimentos estratégicos em áreas como gestão, marketing e vendas tendem a ser uma das alavancas para assegurar expansão no andamento do ano.

Dentre tais investimentos, a tecnologia e os dados despontam: um levantamento da TNS Researchs indica que organizações que destinam recursos a inteligência de dados, Big Data e mobilidade tendem a aumentar suas receitas em até 53% a mais do que aquelas que não o fazem.

Para o especialista na área de Business Intelligence e Business Analytics, Douglas Scheibler, o apontamento faz todo o sentido, já que acompanhar o ritmo da economia e manter a competitividade são movimentos que requerem atenção a tudo o que puder incrementar o poder de decisão e gestão das empresas de todos os setores.

“Dentre estes incrementos, a tecnologia de análise de dados pode ser uma aposta certeira. Capazes de melhorar o trabalho das organizações com base em informação, gerando insights que podem impulsionar as tomadas de decisão, sistemas como BI e BA surgem como as alavancas necessárias para recobrar o impulso diante da tímida retomada do mercado nacional”, afirma o executivo.

Scheibler, que é CEO da BIMachine, acrescenta que, em âmbito nacional, há também uma tendência adicional das empresas no sentido de se reinventar, por meio da inovação nos negócios, produtos e serviços.

“Isto deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade. Um desafio que pode trazer grandes resultados, mas que, se não for acompanhado por parceiros de confiança no arcabouço tecnológico e consultivo, pode guardar armadilhas”, alerta o especialista.

Ainda de acordo com o CEO, as já citadas tecnologias de inteligência de dados são um caminho seguro para acelerar a disrupção dos negócios, já que auxiliam na orientação da gestão, nas tomadas de decisão, na obtenção de novas oportunidades, na redução de custos e, como consequência, no aumento de vantagem competitiva e do tão almejado lucro.

“Com a utilização de soluções voltadas a dados, as empresas podem transformar suas informações em ativos valiosos, gerando maior capacidade produtiva e competitiva em todas as suas áreas de atuação”, destaca o executivo. “Indústria, varejo, agronegócio, serviços: não há atividade que não possa se beneficiar do uso destas tecnologias”, conclui.

“Isto deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade. Um desafio que pode trazer grandes resultados, mas que, se não for acompanhado por parceiros de confiança no arcabouço tecnológico e consultivo, pode guardar armadilhas” 

Dica: PowerBI – Relacionamento de muitos para muitos (*:*)

Este tipo de relacionamento entre Tabelas permite que você relacione os dados entre 2 ou mais Tabelas que não possuem valores exclusivos em suas colunas.

Usando o exemplo destas 2 Tabelas UFSValor (à esquerda) e UFSCidades (à direita), criamos um relacionamento através das colunas Estado de cada Tabela.

Olhando as propriedades do relacionamento criado, vemos que a mensagem de alerta sobre o uso de um relacionamento de muitos para muitos foi mantida, mas agora é apenas um aviso, não mais um erro.

Podemos, indicar a Direção do Filtro Cruzado que indica que Tabela poderá ter suas colunas usadas para filtrar os dados da outra Tabela, no caso, indicamos que a Tabela UFSCidades filtra a Tabela UFSValor. Analisando uma análise simples estabelecida a partir destas 2 Tabelas e o relacionamento criado, obtemos o seguinte resultados:

Criamos 3 Visualizações tipo TABELA, na parte superior, usando as colunas das 2 Tabelas originais e na parte de baixo temos o conteúdo original da Tabela.

Na primeira visualização, vemos que os valores estão apresentados, acumulados por Estado e TipoVenda, mas os valores da coluna Pontos, esta acumulado em cada linha. Isto por que o relacionamento usando o caminho inverso do estabelecido no relacionamento não consegue individualizar os valores de Pontos.

Na segunda visualização tipo TABELA (no meio), os valores da coluna Pontos são acumulados corretamente, pois só envolve as colunas da Tabela base (UFSCidades).

Na terceira visualização tipo TABELA (à direita), os valores da coluna Valor são acumulados apenas com base na coluna Estado, pois a tabela (UFSValor) que contém esta coluna não tem separação por Cidade, apenas por Estado, causando a acumulação por Estado apenas, já que a coluna TipoVenda não é usada neste caso.

Conclusão: A possibilidade de uso de relacionamentos de muitos para muitos é interessante, mas devemos tomar cuidado com as opções usadas no relacionamento e os tipos de análises que desejamos realizar.

Dica: PowerBI – Função DAX – CEILING

Esta função DAX permite o arredondamento para cima do valor informado, podendo ser arredondado para o próximo inteiro ou para o mais próximo múltiplo do segundo parâmetro informado.

Formato:

<Medida> = CEILING (<valor a ser arredondado>, <valor de arrendondamento>)

Exemplos:

Testa Ceiling = CEILING (6,34; 1) Retorna 7

Testa Ceiling = CEILING (6,84; 1) Retorna 7

Testa Ceiling = CEILING (6,84; 0,5) Retorna 7

Testa Ceiling = CEILING (6,34; 0,5) Retorna 6,5

Testa Ceiling = CEILING (-6,84; 0,5) Retorna -6,5

Testa Ceiling = CEILING (-6,84; -0,5) Retorna -7,0

Testa Ceiling = CEILING (-6,34; -1) Retorna -7,0

Testa Ceiling = CEILING (-6,84; 1) Retorna -6,0